segunda-feira, 22 de março de 2010

Psico-entropia


Assusto-me com o poder que os problemas têm sobre nós.
A somatória dos mesmos tem um resultado inquietante e infernal.
A rotina e o tédio fazem as cosas ficarem um tanto quanto intensa.

Muitas vezes me pergunto sobre certas atitudes que tenho, se foram corretas, se haviam outras formas de lidar?
Mas sempre há novas formas de lidar com os problemas e os fatos, porém nem sempre é aplicável a nós e a nossa condição psíquica em determinados momentos.

O inconsciente e as nossas atitudes muitas vezes falam mais alto que nossos conceitos e ideais em momentos turbulentos de nossas vidas.
O difícil é ter força pra lidar com fatos e atitudes que nos vemos tendo e que você sempre julgou errado.

Raro o ser que consegue por em prática um ideal e um conceito em momentos de confusão e turbulência de sentimentos.



Créditos da imagem: Blog - Elite paralisante - Pintor desc. [ http://eliteparalisante.blogspot.com/2009/03/resolvendo-problemas.html ]

segunda-feira, 15 de março de 2010

Hi-Tec



Surpreende-me o pré-conceito geral hoje.
Quanto a tudo e todo desconhecido.

Somos da “era da tecnologia” e mesmo assim ainda nos fechamos para muitas coisas.
Sinto-me velho quando não consigo mexer no sistema de um celular novo, e quando retruco que não da pra entender mais nada “nesses novos aparelhos”.
Lembro do meu Pai resmungando por não conseguir mexer no computador.

Fiquei triste com o novo Design do Orkut, achei ruim e nada funcional, prefiro o antigo “Bem melhor, e mais funcional...” retruco eu, sempre.

Recentemente fiz Twitter, uma coisa que pra mim até ontem não tinha utilidade nenhuma e logicamente, achava uma ferramenta inútil.
Perguntava pra mim mesmo “como isso faz tanto sucesso?” Todos, sem exceção de Trabalhadores até Artistas, Políticos, Músicos e Religiosos Famosos usando essa ferramenta.
Hoje sei que é um meio de comunicação extremamente rápido, uma rede social onde circulam informações com uma velocidade ainda inimaginável, mesmo na era da informática.
Fiquei pasmo com a quantidade de artistas e pessoas que se comunicam normalmente.
Me deixou pasmo também a grande falta de assunto e de conteúdo dos chamados “twittes”...
Mas como disse um amigo que me impulsionou a criar um Twitter: “Você lê aqueles que você segue, se você segue uns bosta, você só vai ler bosta...”
Pura realidade...

Tenho amigos também que abominam essa coisa de Twitter, essa coisa de novo Orkut e que como eu, eles acham que não servem pra nada e não são funcionais.
Resumindo, acham que não soma nada de positivo á eles.

Graças a deus me libertei desse pensando, logicamente, com foco no meu objetivo de um dia ser um profissional da área de comunicação e pra mim, é muito importante estar por dentro das ferramentas que á abrangem, ruins ou não.
Não da pra julgar sem conhecer e não da pra conhecer sem testar.
Ainda estou me adaptando a isso.

Hi Tec!



quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Tenho passado por turbulências de conceitos e pensamentos.
Em minha mente não canso de pensar como o ser humano é individual e que tipo de atitude é capaz de tomar pelo seu interesse.
Usar de forma inconveniente a intimidade e a maturidade alheia, a seu favor.
É uma arte, eu diria.
Fazer com que o outro pense conforme sua vontade usando essas ferramentas realmente não é simples, porém, existem pessoas que exercem esse “dom” com uma naturalidade sagaz.
Pra mim parece tão difícil ser individual, tenho a talvez negativa característica de não conseguir pensar somente em mim, sempre pensando nos outros e como será o impacto de certa ação, não só em mim e sim para todos que me rodeiam, porém, não sinto que seja recíproco.

Alguém individualista acaba sozinho ou vence tudo e todos por pensar somente em si?
Já pensei sobre isso, a sensação de que todos estão te passando pra traz e etc.

A sensação de que não toma as atitudes sozinho e sim impulsionado por ocasiões e variáveis impostas a mim.

Será que todo mundo opta por uma decisão dessa forma?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

a.m.o.r


Nunca haverá uma definição certa para o amor, é uma coisa muito pessoal;
Muita gente tenta explica-lo e entende-lo.

Uma pessoa que não ama ou nunca amou de verdade, não tem capacidade de julgar nem de definir o amor.
Não há melhor forma de entendê-lo, se não vivenciando essa divindade.

A cada dia que passa ele se mostra mais surpreendente e gostoso, tornando a convivência cada vez melhor.Ao contrário do que muitos pensam quanto mais o tempo passa, mais o amor se intensifica.

Não tem nada melhor nesse mundo do que se sentir amado, protegido e desejado.Saber que além de você, existe alguém que ama você incondicionalmente deseja de verdade o seu bem.
E o melhor: Saber e pensar tudo isso sem o medo de não ser recíproco.
Acredito que o grande tabu de se libertar para amar e ser amado, seja o Medo.
Medo de se entregar demais, sem retorno.
Medo de amar mais que o outro.
Medo de se prender.
Medo de se casar.
Medo de perder "tempo que era para você curtir"
E o segredo, simplesmente é se entregar.
E o amor não é só de homem para mulher (e vice-versa)!
Amor pode ser de uma amiga para outra de pais pra filho, parentes para parentes, alunos para professores.
Amar é ser livre....

Liberte-se

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Nossas idéias, problemas e conceitos...




* * *
O problema da origem das idéias já inquietava filósofos clássicos como Sócrates e Platão – sendo que a questão fundamental era definir se as idéias que nos povoam a mente provém de nós mesmos ou de alguma misteriosa fonte exterior (Deus? O Universo? Um banco universal de idéias fora do tempo e do qual só podemos fazer saques parciais?), fonte essa sobre cuja natureza podemos apenas especular. Ao longo dos séculos incontáveis filósofos (homens de idéias!) apontaram para diferentes extremos na tentativa de responder à essa pergunta, mas foi preciso Freud para formular e propor uma solução que se pode chamar de intermediária: segundo o pai da psicanálise, nossas idéias são as ejaculações de um vastíssimo e submerso monstro interior, o inconsciente, a respeito do qual podemos apenas especular.



Segundo Freud as idéias provêm de uma porção desconhecida de nós mesmos.



De acordo com essa elegante solução, nossas idéias e sentimentos e desejos provém de fato de nós mesmos, mas tratam-se de sinais mistos, repletos de pistas falsas, emitidos por uma porção de nós mesmos que nos é em grande parte desconhecida e que não estamos de forma alguma acostumados a associar ao conceito de nós mesmos.





***



Todos nós temos problemas.Todos nós passamos por fases ruins, em que nosso pensamentos estão no mundo da lua e nada nos agrada.Temos idéias e conceitos muitas vezes abstratos quando vistos por terceiros.

As pessoas com quem vivemos, nas quais normalmente escolhemos a dedo, são as que têm a maldição de nos agüentar nessas fases.Da mesma forma em que agüentamos a elas em todas as suas fases ruins.Conversamos, escutamos, tentamos entender e sempre estamos dispostos a ajudar.

Só que ai que o velho ditado entra em ação..."Cada um com seus problemas"..já ouviu essa?

Nossos problemas, são só nossos, e hoje em dia esta difícil arrumar alguém pra dividi-los e entendê-los.Não há pessoas afim disso.

Infelizmente sempre precisamos de alguém para conversar e expor nossos problemas, as pessoas precisam disso, mas não estão dispostos a dispor.

Agente as vezes pensa que temos a quem abrir nosso coração, falar o que nos incomoda e o que nos agrada, dizer o que pensa e o que não deveria falar pra ninguém, mas muitas vezes agente se engana.

O Pré-conceito é uma coisa muito presente no nosso cotidiano.Tá difícil acostumar com essa idéia.





[ Créditos da Imagem e Texo citado no inicio do post: http://www.baciadasalmas.com ]



terça-feira, 20 de outubro de 2009

Uma pessoa....

Perdido no mundo, vivendo por osmose e se achando dono de sí mesmo.
As vezes indeciso pulando de vibe em vibe, pessoa por pessoa, tentando achar a sua turma.

Sempre de alguma forma com ar de quem sabe o que faz, e que esta com a razão.
Batendo no peito orgulhoso de todas suas atitudes momentâneas, certo de que não havia melhor opção a ser tomada no momento.

Sempre se arrependendo, se deprimindo e abaixando a cabeça no final.
Olhando pra traz com vergonha das próprias atitudes e triste por grandes oportunidades perdidas.

Uma pessoa forte, apesar de tudo.
Muito forte, disposto a suportar seguidamente mudanças drásticas de hábitos, em pró de sua inconseqüente mente.
Vivendo escravo de uma personalidade instável e fantasiosa.

A pessoa que temos dentro de todos nós.

sábado, 19 de setembro de 2009

Espelho, espelho meu...





Pessoas, vivencias e reações.

Acho incrível o dom de certos seres humanos de citar atitudes fora do seu alcance físico e psíquico.As pessoas vivem julgando uns aos outros, e falando mais que a boca sem olharem para si mesmos.

Incrível, as pessoas deveriam olhar pra si mesmo e perceber que estão tendo as mesmas atitudes que elas julgavam erradas e consequentemente utilizar isso para simplesmente não julgar coisas que não viveu e nem conhece.Difícil ter a capacidade de não julgar idéias de terceiros com base no minúsculo conhecimento de vida que temos.

Ao modo popular, parar de cuidar e falar da vida dos outros e olhar sue próprio rabo.

Pra começar não é difícil...Basta parar de pensar um pouco em seus interesses individuais e por um segundo se colocar no lugar daquele que pretende julgar.Pessoas são diferentes, e pensam diferente, ninguém é obrigado aceitar, porém, ninguém tem o direito de julgar.

Parece simples...mais não é.Se alguém ai age de forma contrária que jogue a primeira pedra.